sábado, novembro 18, 2017

Novo adiamento do termo do período crítico de incêndios

O Período Crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios foi prolongado até dia 23 de Novembro, como consequência do prolongamento do tempo seco, com a secura dos solos a agravarem-se face a uma muito prolongada ausência de chuva, pelo que a possibilidade de propagação de incêndios continua elevada.

Acresce a manutenção de temperaturas elevadas, acima da média para esta época do ano, e a necessidade de desencorajar queimadas, muito comuns a partir de finais de Setembro e que, face às condições actuais, podem ter consequências graves, como a sucedida em Aldeia Nova, concelho de Mangualde, onde num incêndio, possivelmente originado por uma queimada, provocou uma vítima mortal.

Assim, são mantidas as restrições previamanente mencionadas, sendo vedadas um conjunto de actividades das quais possam resultar ignições, mantendo-se vedada a circulação de veículos motorizados, sem protecções adequadas, em áreas florestais, do que resulta a impossibilidade de realização de um conjunto de iniciativas ligadas à prática do todo o terreno, que terão que ser adiadas ou canceladas.

Apesar de as temperaturas terem descido substancialmente e se verificar um maior arrefecimento noturno, a cada vez maior secura dos solos, as noites longas, que impossibilitam a intervenção dos meios aéreos, a diminuição dos efectivos do dispositivo de combate e um maior laxismo por parte de quem crê que o risco diminuiu, cria condições para que os incêndios continuem a surgir e, mesmo que de menores dimensões, as dificuldades de combate mantêm-se, pelo que se recomenda prudência e, caso surja um foco de incêndio, se alertem as autoridades.

sexta-feira, novembro 17, 2017

Professor Xavier Viegas ameaça revelar capítulo em falta do relatório de Pedrogão - 2ª parte

Obviamente, todos nos interrogamos quanto aos reais motivos da não publicação deste capítulo, não apenas pelo seu conteúdo concreto, nomeadamente no respeitante à forma como ocorreu cada uma das mortes, mas pelo efeito na responsabilização de intervenientes, tal como consta de outros capítulos, podendo levar a uma muito mais forte condenação pública face aos relatos de casos concretos.

Assim se compreende que a razão apontada pela ex-ministra Constança Urbano de Sousa, para remover este capítulo, alegadamente para proteger as identidades das vítimas, cujo nome seria apagado em minutos na versão a publicar, teria um alcance completamente diferente, com um efeito imprevisível e que se poderia revelar devastador para o próprio Governo e para os responsáveis pelas operações.

Se o capítulo em falta, não for tornado publico no prazo indicado, este poderá ser revelado pelo próprio professor Xavier Viegas, ficando assim o público com total acesso a um relatório realizado por especialistas na matéria, cuja isenção consideramos estar acima de qualquer suspeita.

Naturalmente que voltaremos a este assunto, seja quando o Governo proceder à divulgação do capítulo em falta, seja caso esta seja feita pelo professor Xavier Viegas, seja pela manutenção em segredo do conteúdo em falta, situação que, a suceder, carecerá de uma ampla explicação, sem o que dificilmente será aceite pela sociedade e, sobretudo, por todos quantos perderam familiares na tragédia de Pedrogão Grande.

quinta-feira, novembro 16, 2017

Sexto conjunto de manuais Land Rover "on line"

Ainda são relativamente raros na Internet os manuais para a última geração dos Defender, os TDCI ou "Puma", que vieram substituir os Td5 e possuem variantes com motores de 2.4 e, posteriormente, 2.2 litros, acoplado a uma caixa de 6 velocidades.

Disponibilizamos o manual de oficina para as versões 2.4 e 2.2 e o "Microcat", em versão PDF, esperando que possam ajudar os proprietários destes Defender a conhecer melhor os seus veículos e, caso pretendam, a efectuar reparações ou manutenção de acordo com as especificações do fabricante.

- Defender MY07 Workshop Manual (2.4)

- Defender MY12 Workshop Manual (2.2)

- L319 Defender Microcat

Estes são ficheiros de grandes dimensões, em formato PDF, pelo que a sua descarga, que aconselhamos a quem possua um dos últimos Defender, pode demorar algum tempo, dependendo este da velocidade de conexão.

quarta-feira, novembro 15, 2017

Sempre o curto prazo - 4ª parte

Naturalmente, pela sua importância, os estabelecimentos considerados de interesse estratégico terão condições comerciais particularmente favoráveis, podendo resultar numa rentabilidade directa nula, que será compensada pelo efeito positivo que geram e pelas receitas provenientes de todas as lojas beneficiadas pela sua existência, bem como por todos os negócios associados, que poderão incluir entidades externas.

Aliás, existe uma tendência de em redor de uma empresa de grandes dimensões, mesmo fora do seu âmbito, estabelecerem-se muitas outras, que irão beneficiar das estruturas criadas a nível de distribuição, rede viária e outras infraestruturas, constituindo-se em polos de desenvolvimento, com vertentes tão distintas como o urbanismo ou a cultura, inevitáveis quando novos residentes se estabelecem localmente.

Sabe-se que atrair empresas com as características adequadas tem implicações, nomeadamente a nível de fiscalidade e outras condições que se revelem particularmente atractivas num mercado globalizado, mas a perda resultante de abdicar de receitas e dos apoios a prestar será compensada no médio e longo prazo pelas alterações estuturais resultante da fixação de novas empresas e no progresso local.

Tal implica um plano devidamente estruturado, tempo de execução e a disposição de perder receitas durante um período de alguns anos, o suficiente para que a zona se desenvolva e se torne suficientemente atractiva para que venha a constituir-se como um polo de desenvolvimento regional a ser melhorado e replicado noutras zonas do Interior, num processo lento mas sólido e que tenha impacto estrutural.

terça-feira, novembro 14, 2017

Land Rover Owners de Dezembro de 2017 já nas bancas

Já se encontra nos locais de venda habituais a edição de Dezembro de 2017 da Land Rover Owners International, tendo em destaque na capa um Defender com um motor de 5.9 litros e um binário de 129 kgm, num artigo onde são reveladas as técnicas utilizadas neste veículo.

Um artigo interessante, e invulgar, sobre a sobrevivência no extenso deserto egípcio, merece igualmente atenção, tal como o que aborda um conjunto de 73 equipamentos destinados a conjuntos para esta época do ano, bem como a avaliação de um conjunto de para-choques de diversos modelos.

O teste do Range Rover Velar, recentemente apresentado, o restauro de um dos primeiros Discovery 1, ainda de pré-produção, e de um raro Tickford Series I, a técnica de utilização de guinchos, a avaliação de compra de um Discovery 3, com critérios de preço do mercado britânico, são igualmente interessante e justificam a leitura.

Entre os artigos técnicos encontram-se assuntos tão diversos como a preparação de veículos, a substituição de uma caixa automática de um Discovery ou a reparação da suspensão de um P38, a que acresce a apresentação de de novos produtos, complementada pela publicidade temática, bem como a descrição de actividades e passeios para os adeptos da marca, complementa um número com amplos motivos de interesse.

segunda-feira, novembro 13, 2017

Professor Xavier Viegas ameaça revelar capítulo em falta do relatório de Pedrogão - 1ª parte

O professor Domingos Xavier Viegas, que coordenou uma equipa que, a pedido do Governo, investigou a tragédia de Pedrógão Grande e realizou um relatório sobre a mesma, deu um mês para que um capítulo, composto de setenta páginas, ainda mantido em segredo seja revelado.

Até hoje, o Ministério da Administração Interna tem-se recusado a revelar o sexto capítulo do relatório alegando que dele constam a identidade de vítimas dos fogos, situação que tem sido desmentida pelo autor, que sustenta não haver referência a nenhuma identificação nas páginas até hoje mantidas em segredo.

Este capítulo já levantou diversas polémicas, com a Associação das Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande a ter ameaçado não comparecer a um encontro agendado com o primeiro-ministro caso este último capítulo do relatório não fosse divulgado, tendo obtido o acordo de que, uma vez retirados os nomes das vítimas, este seria divulgado, algo que ainda não sucedeu.

O remeter o problema para a Comissão Nacional de Protecção de Dados, no sentido de esta se pronunciar sobre questões de privacidade envolvidas, e estamos cientes de que a eliminação de nomes pode não corresponder a uma ocultação da identidade, na conjuntura actual surge como um adiar, enquanto se procura uma outra forma de evitar a divulgação do capítulo em falta, reproduzindo uma falta de transparência que é comum nesta área, sendo disso exemplo o relatório sobre a morte de bombeiros no Caramulo.

domingo, novembro 12, 2017

Suporte tipo HUD para telemóvel

Seguir um itinerário sobre um mapa, do Google, por exemplo, num telemóvel é um dos métodos de navegação mais comuns nos dias de hoje, recorrendo a um equipamento disponível para muitos e a um conjunto de "software" e informação digital gratuitos, com um custo que pode apenas ser o da transferência de dados.

Colocar o telemóvel numa posição semelhante à de um "head up display", ou HUD, portanto na linha de vista, ou apenas ligeiramente desviado, facilita em muito a sua utilização, tornando-a, inclusivamente muito mais segura, por dispensar o condutor de desviar o olhar, mantendo ao mesmo tempo no campo de visão a estrada e o mapa.

Um suporte destinado ao efeito, que pode ser colocado no bordo do "tablier", e portanto compatível com um grande número de veículos, é uma peça simples, que basicamente possui duas molas, uma para fixação do próprio suporte e outra para que nele seja fixo o telemóvel, que, no modelo apresentado, não poderá ter mais do que 9 centímetros de largura.

Construído em plástico, com borracha ou silicone nas zonas de pressão e molas em aço, este suporte tem um preço um pouco superior aos 2 Euros, incluindo portes a partir da Ásia, e resolve de forma prática a necessidade de ter um telemóvel na linha de vista, seja para efeitos de navegação, seja para comunicação, desde que complementado com um "kit" de mãos livres.

sábado, novembro 11, 2017

Opera 49 estável já disponível

Já se encontra disponível a versão estável do Opera 49, com as características e funcionalidades que descrevemos quando se encontrava em fase de teste, mas com a estabilidade inerente a um produto destinado ao público em geral, sendo o primeiro "browser" com suporte nativo para VR360, numa aposta nos novos dispositivos e produtos de realidade virtual.

É possível ter instaladas as três diferentes versões do Opera, concretamente a estável ou "stable", a mais adequada para o dia a dia, a "beta", onde se encontram as funcionalidades da próxima versão, aproximando-se muito desta, pelo que já possui a estabilidade para enfrentar a maioria das situações do dia a dia, e a "developer", ainda em fase de desenvolvimento e que pode apresentar mais erros ou falhas.

Naturalmente que na versão "developer" está presente um maior número de funcionalidades em teste, algumas das quais podem não vir a ser implementadas na próxima versão, ou mesmo abandonadas, destinando-se a utilizadores experientes que pretendam antever o futuro e, preferencialmente, prestar informações que contribuam para o desenvolvimento das novas versões do Opera.

Sugerimos aos nossos leitores a utilização deste "browser" de excelente qualidade e com funcionalidades que incluem VPN, uma rede privada virtual, o bloqueador de publicidade, conversor automático de moedas, recorte de écran, integração com sistemas de mensagem instantânea, bem como uma instalação e configuração fácil e intuitiva, oferencendo aos seus utilizadores uma navegação estável e segura, essencial nos dias de hoje.

sexta-feira, novembro 10, 2017

Sempre o curto prazo - 3ª parte

Mais grave, as causas profundas dos incêndios não foram adequadamente abordadas, nem sequer afloradas em toda a sua extensão, faltando toda a vertente estrutural que está na raiz do problema e que, não sendo corrigida, o que implica estudos profundos e décadas de trabalho antes de se verem os frutos, pouco irá alterar um cenário que, como está demonstrado, é propício a este tipo de tragédia.

Podia-se ter, pelo menos, ter estudado a possibilidade de implementar um plano-piloto numa das regiões mais afectadas, com medidas que combatam a desertificação e o empobrecimento, o que implica investimentos substanciais e atrair grandes empresas que sirvam de âncora a outras mais pequenas, criando uma estrutura onde a interacção e complementaridade potenciem novas iniciativas.

Sabe-se que atrair empresas com as características adequadas tem implicações, nomeadamente a nível de fiscalidade e outras condições que se revelem particularmente atractivas num mercado globalizado, mas a perda resultante de abdicar de receitas e dos apoios a prestar será compensada no médio e longo prazo pelas alterações estuturais resultante da fixação de novas empresas e no progresso local.

Tal implica um plano devidamente estruturado, tempo de execução e a disposição de perder receitas durante um período de alguns anos, o suficiente para que a zona se desenvolva e se torne suficientemente atractiva para que venha a constituir-se como um polo de desenvolvimento regional a ser melhorado e replicado noutras zonas do Interior, num processo lento mas sólido e que tenha impacto estrutural.

quinta-feira, novembro 09, 2017

Entregas gratuitas da Amazon Espanha

Após os portes gratuitos terem terminado na Amazon inglesa e na ausência de uma congénere nacional, a possibilidade de efectuar compras a partir de Portugal nesta cadeia internacional sem pagar os portes de envio é agora possível a partir de Espanha.

Apesar de à data desta publicação ainda não constar do "site", os clientes em Portugal que façam encomendas através da Amazon.es no valor total superior a 29 Euros ou adquiram livros acima dos 19 Euros passam a ter portes grátis, utilizando o correio normal, pagando apenas um valor adicional caso optem por um envio mais rápido, como o proporcionado por um correio expresso.

Esta é uma excelente notícia, seja pelos preços muito favoráveis praticados pela Amazon, seja pela enorme variedade de produtos, que vão muito para além de livros, muito embora nem todos sejam exportáveis para todos os países, como consequência da legislação em vigor e de acordos comerciais e que vem por fim a uma situação que consideramos injusta.

Num Mundo cada vez mais globalizado, esta era uma opção que há muito fazia todo o sentido, compensando, de alguma forma, o facto de ainda não existir uma Amazon Portugal, o que penaliza os residentes em termos de prazos de entrega, mas colocando o nosso País, em termos de custos de envio, ao nível de outros, onde esta multinacional está instalada.
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